De acordo com a lista divulgada pela Femurn,
ficaram sem dinheiro após o desconto das contribuições para a Saúde (15%),
Educação (20%) e Pasep (1%) as seguintes prefeituras: Acari, Alto do Rodrigues, Apodi,
Areia Branca, Arez, Assu, Bento Fernandes, Boa Saúde, Caicó, Caraúbas,
Carnaubais, Cruzeta, Currais Novos, Goianinha, Governador Dix-sept Rosado,
Guamaré, Ielmo Marinho, Itajá, João Câmara, Luís Gomes, Monte Alegre, Mossoró,
Nísia Floresta, Nova Cruz, Parelhas, Parnamirim, Pau dos Ferros, Pedro Avelino,
Pedro Velho, Pendências, Santana do Matos, São José do Mipibu, São Miguel do Campestre,
São Miguel do Gostoso, São Vicente, Serra Caiada, Serra do Mel, Taipu, Tangará,
Tenente Laurentino Cruz, Tibau do Sul, Touros e Upanema.
No mês passado, 35 prefeituras ficaram com saldo
zero na primeira parcela do FPM, sendo que 25 delas também zeraram seu saldo
após o segundo repasse. Isso acontece após as contribuições para a Saúde,
Educação e Pasep, o dinheiro restante não é suficiente para a Prefeitura arcar
com o pagamento das contribuições previdenciárias.
Além do saldo zero que atingiu cerca de 25% das 167 prefeituras do Estado, os demais prefeitos tem outros motivos para se preocupar: a Secretaria do Tesouro Nacional reajustou a estimativa do FPM de abril. Anteriormente estimado em 32% o aumento na comparação com março caiu para 19%. Para o mês de maio, a previsão do Tesouro é de que haja uma queda de 16% na comparação com abril.
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