O Mutirão Carcerário, realizado
pelo Poder Judiciário potiguar, completou 15 dias de inspeções e os primeiros
números, relacionados às revisões processuais, foram considerados bons pelo
magistrado Esmar Custódio Filho, juiz convocado pelo Conselho Nacional de Justiça
(CNJ) para coordenar os trabalhos do mutirão no Rio Grande do Norte. O esforço
coordenado se estende até o dia 3 de maio.
De acordo com os dados
preliminares, uma média de 1.200 processos já foram analisados, o que
resultará, praticamente, em 8% a 10% de benefícios que serão concedidos. “Mas,
os números exatos ainda estamos apurando”, explica o magistrado. Entre os
benefícios, o juiz Esmar Custódio aponta a liberdade condicional, extinção de
pena, liberdade provisória, tanto para presos condenados, quanto para aqueles
que estão custodiados.
O primeiro Mutirão Carcerário no RN
ocorreu em 2010, e resultou na libertação de 288 pessoas presas irregularmente
e o reconhecimento de 590 benefícios aos apenados. Naquela edição foram
analisados 4.572 processos de pessoas presas no sistema prisional potiguar.
“Os processos analisados começaram
a ser devolvidos hoje [quarta-feira] para as devidas unidades prisionais”,
completa o magistrado.
TJRN
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