A Câmara Municipal de Assu estava
sendo utilizada para financiar as ações criminosas do grupo que supostamente
seria chefiado pelo vereador eleito Odelmo Moura Rodrigues, ex-presidente da
Casa. Segundo o delegado Odilon Teodósio,
da Divisão de Polícia do Oeste (DIVIPOE), Livoneide Lucas da Silva esposa de Odelmo, teria
participação nas fraudes que a quadrilha realizava visando desviar dinheiro
público a partir da Câmara dos Vereadores de Assu, bem como de outros
municípios daquela região do estado.
O MP solicitou as quatro ordens de
prisão temporária e mais 16 mandados de busca e apreensão para vasculhar casas
e locais de trabalho dos investigados. A operação foi deflagrada
simultaneamente em Assu e Natal.
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