O pedido foi negado pela juíza Manuela de Alexandria
Fernandes Barbosa, titular da 1ª Vara Criminal de Parnamirim, nesta sexta-feira
(26). Em sua decisão, a magistrada relatou: "A possibilidade de o flagranteado
retornar à prática da conduta descrita nos autos contra a mesma vítima, uma vez
que existe suposta desavença entre ambos, não se afastando, ainda, a
possibilidade de a vítima ou qualquer familiar poder atentar contra a
integridade ou vida do flagranteado. Portanto, demonstra-se que necessário se
faz garantir a ordem pública, o que se logra, por ora, com a manutenção da
custódia do flagranteado".
Marcos Alexandre Moura Tavares, está preso desde o último
dia 9, após efetuar um tiro contra o coronel Wellington Alves (na foto),
comandante do policiamento da região metropolitana de Natal.
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