Num
discurso marcado pelo improviso, Luciano Ramos denominou-se de soteropotiguar,
ou seja, uma mistura de baiano, com dendê e trio elétrico, seduzido pela terra
e povo potiguar. “Olho sorridente para aquele menino de 24 anos entrando nesta Casa,
recém saído da faculdade e aprovado em concurso público, e hoje vejo quanto
amadureci, como mudei com esta verdadeira escola que é o TCE”, revelou.
A
solenidade foi presidida pelo então procurador geral do MPJTCE, Thiago
Guterres, e contou com a presença do presidente do TCE, Tarcísio Costa, do
procurador geral de Justiça do Ministério Público, Manoel Onofre Neto; do
presidente eleito do Tribunal de Justiça, Aderson Silvino, além de conselheiros,
procuradores, parlamentares, militares e servidores da Corte de Contas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário