O segundo dia de julgamento de Mizael Bispo de
Souza, acusado de matar a advogada Mércia Nakashima, em maio de 2010, foi
interrompido às 20h35 desta terça-feira (12) pelo juiz Leandro Bittencourt Cano,
após a conclusão do depoimento do investigador Alexandre Simoni Silva, a quarta
testemunha do dia e a sétima a ser ouvida no júri.
Antes do policial ouvido, prestaram depoimento nesta
terça-feira o delegado que presidiu o inquérito que apurou a morte de Mércia
Nakashima, Antonio de Olim, o advogado Arles Gonçalves Júnior, que foi
indicado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para acompanhar o processo e
representar o vigia Evandro Bezerra Silva, que será julgado como cúmplice do
crime, e a corretora Rita Maria de Souza, a primeira testemunha de defesa e que
trabalha em uma imobiliária embaixo do escritório de advocacia de Mizael.
No primeiro dia de julgamento, nesta segunda-feira
(11), foram ouvidos os depoimentos do irmão de Mércia Nakashima, de um biólogo e
de um engenheiro. Novas testemunhas da defesa vão continuar a ser ouvidas a
partir das 9h desta quarta-feira (14) no Fórum de Guarulhos, na Grande São
Paulo.
O depoimento mais importante desta terça-feira foi o do delegado Antonio
Assunção de Olim, que contou como suspeitou que o réu havia matado a advogada
Mércia Nakashima, em maio de 2010. Ele foi o responsável por investigar o caso
pelo Departamento de Homicídio e de Proteção à Pessoa (DHPP). “Eu não tenho
dúvida nenhuma de que o Mizael matou a Mércia”, disse Olim no júri.
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