O fato aconteceu na tarde da última quinta-feira (7), na terceira Travessa Santa Maria. De acordo com Francilda, os policiais tinha acabado de prender um viciado com uma pequena quantidade de drogas e em seguida saíram com o acusado procurando a "boca de fumo", onde ele teria comprado o entorpecente. Quando chegaram na Travessa, o viciado apontou a casa da vítima como sendo o ponto de venda de drogas.
"Eu não sei porque que esse homem disse que minha casa era uma boca de fumo, eu nunca vendi essas coisas. É um absurdo isso que fizeram na minha casa", relatou.
Francilda Moura afirmou ainda que trabalha o dia inteiro como diarista, em um condomínio no bairro da Cidade da Esperança, para poder sustentar duas filhas menores. A mulher informou que está se sentindo humilhada após o ocorrido e que teve que pedir dinheiro emprestado para comprar uma porta nova, visto que a outra foi quebra a chutes e ponta pés. Francilda vai procurar a corregedoria da polícia Militar e formalizar a denúncia.
Fonte: Portal BO
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