O presidiário Jaílson Alves de Oliveira chegou a dividir a
cela com Bola e denunciou ter ouvido uma confissão sobre a morte de Eliza
Samudio. O preso confirmou sua versão e declarou que, pelo que conversou com
Bola, o réu é um bom matador e que até explicava como sumir com corpos. Ele
também disse que sofre ameaças desde que fez a primeira denúncia, quando
já estava preso há mais de dez anos.
A testemunha ainda confirmou ao
advogado de defesa que Bola lhe contou que o corpo de Eliza foi queimado em
pneus e as cinzas jogadas em uma lagoa. As declarações foram feitas na presença
do réu.
Fonte: Último Segundo
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