Neste exato momento milhares de crianças e
adolescentes ao redor do mundo têm a sua sexualidade agredida, muitos sem
consciência disso. Outros tantos não vivenciam mais esse pesadelo, porém as
consequências do passado ainda os perseguem. Eles podem estar ao seu lado. Ser
um amigo próximo. A maioria sofre silenciosamente e nunca fala sobre o
que aconteceu devido aos sentimentos de medo, vergonha e até culpa (sem
fundamento).
Infelizmente, o assunto não respeita idade, posição
social, religião nem parentesco. Pelo contrário. Ele não é abordado com
frequência, entretanto, as ocorrências são constantes em todas as camadas da
sociedade e, segundo estatísticas, esses casos estão muito mais perto do que
você imagina. Estamos falando sobre um tema “evitado”, cujo silêncio só
favorece aos que o praticam: Abuso sexual.
Estudos sobre o assunto indicam que 36% das meninas
e 29% dos meninos com menos de 14 anos já foram molestados sexualmente pelo
menos uma vez. Esses dados, que foram coletados em diferentes partes do mundo,
também evidenciam que o tempo médio que uma vítima sofre o abuso é cerca de
três anos. Segundo a Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à
Infância e à Adolescência (Abrapia), no Brasil, aproximadamente 168 crianças ou
adolescentes sofrem abuso sexual por dia. Isso significa, em outras palavras,
que a cada hora, sete são abusados.
“É importante deixar claro que o
número de vítimas é superior às estatísticas, porque muitos casos são
encaminhados diretamente às autoridades e outros tantos não são denunciados”.
O Encontro do 18 de Maio pretende apresentar e refletir
algumas boas práticas no âmbito da prevenção e combate ao abuso e exploração
sexual de crianças e adolescentes. Prepare
seu município para lidar com situações tão agressivas e de difícil
solução.
Palestras e Oficinas
1- Reeducando para o amor!
Trabalhando a prevenção do abuso e exploração
sexual de crianças e adolescentes em idade escolar com professores e
educadores;
2- Construindo novos paradigmas!
Construir novos parâmetros da cultura do interior
do nordeste que ainda trata a prostituição infanto-juvenil como algo comum à
sociedade. Promover novos diálogos entre os profissionais que
tratam diretamente com a Assistência Social, Conselho Tutelar, Educação e Saúde
no município;
3- Um novo olhar no Lar!
Informar os pais de crianças e adolescentes que o
abuso e a exploração sexual estão mais perto do que eles conseguem e podem
imaginar.
Mais
informações acesse www.sexologia-clinica.com ou
envie email para keila_oliveira@yahoo.com.br
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