Os
estudantes começam a receber o benefício do Programa Nacional de Bolsa
Permanência a partir de junho. Para os movimentos estudantis, a iniciativa é um
avanço. Alunos indígenas, no entanto, cobram controle rígido para que o
dinheiro seja destinado a quem vem de comunidades tradicionais. O pagamento será feito diretamente aos
estudantes por meio de cartão do Banco do Brasil.
Para participar do programa,
serão exigidos dois critérios: renda per capita mensal inferior a 1,5
salário mínimo e estar matriculado em cursos com carga horária de no mínimo
cinco horas diárias. Os estudantes receberão mensalmente R$ 400. No caso dos
indígenas e quilombolas, a bolsa será R$ 900.
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