Quando Moisés publicou nas redes sociais um
cartão de visita sobre o "Cuscuz do Aranha", veio a certeza: a ideia
tinha tudo para dar certo. "Foram centenas de compartilhamentos. A rede social
foi uma grande arma. Não gastei nenhum centavo com mídia", ressalta o
empresário. Atualmente o negócio tem uma base de 30 clientes fixos e beneficia
por mês 150 quilos da massa derivada de milho que serve como base para o
cuscuz.
Com um mês de negócio, Moisés foi procurado pelo escritório regional do Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RN). O empresário se formalizou na categoria de Microempreendedor Individual (MEI), cujo faturamento máximo é de R$ 60 mil por ano. "Estou aprendendo e procurando me especializar", reforça o jovem, que começou neste mês o curso de Administração em Mossoró, cidade da região Oeste.
Com um mês de negócio, Moisés foi procurado pelo escritório regional do Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RN). O empresário se formalizou na categoria de Microempreendedor Individual (MEI), cujo faturamento máximo é de R$ 60 mil por ano. "Estou aprendendo e procurando me especializar", reforça o jovem, que começou neste mês o curso de Administração em Mossoró, cidade da região Oeste.
Reportagem do G1RN
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