G1: 'Drogado, ele matou para não morrer', afirma defesa de empresário em Natal
A
defesa do empresário paulista Eugênio Becegato Júnior, acusado de matar a
pernambucana Clara Rubianny Ferreira, de 26 anos - crime ocorrido em julho
deste ano, em Natal - vai alegar que o homicídio foi
cometido em legítima defesa. De acordo com Bruno Cavalcanti Teixeira, advogado
do empresário, a jovem teria aplicado o golpe conhecido como 'Boa noite,
Cinderela' para roubar pertences do empresário.
De acordo com o advogado, a jovem quem abordou o empresário
em uma rua movimentada de Ponta Negra, na zona Sul da cidade. “Ela dopou o Eugênio com aquele comprimido
chamado 'Boa noite, Cinderela', mas como ele é resistente às drogas, dormiu
apenas por alguns instantes. Quando ele acordou, viu a Clara com a carteira, o
relógio e outros pertences dele na mão. Quando percebeu que ele havia acordado,
ela foi para cima dele com uma faca. Para se defender, ele usou um fio USB para
segurá-la pelo pescoço. Nessa luta corporal ele caiu no chão e ela caiu em cima
dele, foi o momento em que aconteceu o estrangulamento”, disse Bruno
Cavalcanti.
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