O juiz Ederson Batista de Morais também
manteve a prisão preventiva do réu, considerando informações de que o PM chegou
a ameaçar de morte um dos policiais responsáveis por sua prisão, "o que
revela a necessidade de garantia da ordem pública, face à possibilidade de que
ele volte a delinquir". Também foi considerada a conveniência da instrução
criminal, na medida em que o procedimento adotado pelo réu, mesmo diante de
policiais armados, demonstra que ele pode chegar a ameaçar as testemunhas do
caso.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
G1RN: PM acusado de matar advogada a pauladas no RN vai a júri popular
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